O custo da cesta básica aumentou em 14 capitais brasileiras no mês de fevereiro, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entre os principais fatores para a alta está o aumento no preço do feijão.
De acordo com o estudo, a cesta básica mais cara do país foi registrada na cidade de São Paulo, com valor médio de R$ 852,87. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (R$ 826,98), Florianópolis (R$ 797,53) e Cuiabá (R$ 793,77).
Já nas capitais das regiões Norte e Nordeste, onde a composição da cesta básica é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 562,88), Porto Velho (R$ 601,69), Maceió (R$ 603,92) e Recife (R$ 611,98).
Com base no custo da cesta básica mais cara, registrada em São Paulo, o Dieese também estimou qual deveria ser o valor do salário mínimo para garantir as necessidades básicas de uma família, conforme determina a Constituição.
Segundo o cálculo, o salário mínimo ideal deveria ter sido de R$ 7.164,94 em fevereiro, valor equivalente a 4,42 vezes o salário mínimo atual, que é de R$ 1.621,00.


