quarta-feira, 14 janeiro, 2026
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Chuvas de estrelas cadentes prometem espetáculo no céu brasileiro ao longo de 2026

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Quem aprecia observar chuvas de estrelas cadentes terá um ano especial em 2026. O calendário astronômico prevê diversos eventos ao longo de todos os meses, e o Brasil estará em posição privilegiada para acompanhar todas as principais chuvas de meteoros.

Entre os destaques estão fenômenos já tradicionais, como Quadrântidas, Perseidas e Geminídeos, que ocorrem anualmente e costumam registrar altas taxas de meteoros. Em 2026, a coincidência entre os períodos de pico e fases favoráveis da Lua torna o cenário ainda mais propício para observação.

Principais chuvas de estrelas de 2026

Três eventos se destacam pela intensidade e popularidade entre observadores do céu. As η-Aquáridas, com pico entre os dias 5 e 6 de maio, podem registrar até 50 meteoros por hora. Apesar da interferência parcial da Lua, o fenômeno poderá ser observado em várias regiões.

As Perseidas serão o grande destaque do ano. Com pico entre os dias 12 e 13 de agosto, a chuva poderá atingir cerca de 100 meteoros por hora e ocorrerá durante a Lua Nova, garantindo céu escuro e excelentes condições de observação a olho nu.

Já as Geminídeos, entre os dias 13 e 14 de dezembro, apresentam uma das maiores taxas do calendário astronômico, com até 150 meteoros por hora. Mesmo com alguma interferência lunar, seguem entre as chuvas mais aguardadas do ano.

Outros fenômenos ao longo do ano

Além das chuvas mais intensas, 2026 contará com diversos eventos de menor porte, mas igualmente interessantes. As Líridas, entre 22 e 23 de abril, podem alcançar cerca de 18 meteoros por hora e costumam render boas observações em locais com pouca poluição luminosa.

As δ-Aquáridas do Sul atingem o pico entre 30 e 31 de julho, com estimativa de 25 meteoros por hora, embora a proximidade com a Lua Cheia possa reduzir a visibilidade.

No segundo semestre, as Oriônidas, associadas ao cometa Halley, ocorrem entre 20 e 21 de outubro, com cerca de 20 meteoros por hora. As Leônidas, entre 17 e 18 de novembro, apresentam média de 15 meteoros por hora. Encerrando o ano, as Úrsidas, entre 21 e 22 de dezembro, podem registrar cerca de 10 meteoros por hora, mas com observação prejudicada pela Lua quase cheia.

Especialistas recomendam procurar locais afastados de luz artificial, observar o céu durante a madrugada e não utilizar equipamentos ópticos, já que as chuvas podem ser vistas a olho nu.

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