quinta-feira, 2 abril, 2026
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Consumidores devem ficar atentos à qualidade do bacalhau na Semana Santa

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Com a aproximação da Semana Santa, período em que aumenta o consumo de peixes, a Vigilância Sanitária alerta os consumidores sobre cuidados na hora de comprar bacalhau e outros pescados.

Segundo orientações do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária do Rio (Ivisa-Rio), é importante observar a aparência do bacalhau antes da compra. Manchas avermelhadas ou pontos pretos podem indicar a presença de bactérias ou fungos, o que compromete a qualidade do alimento.

Outro ponto destacado é o tipo de sal utilizado na conservação do peixe. O bacalhau deve ser preservado com sal grosso, pois o uso de sal fino não é permitido nesse processo.

A Vigilância Sanitária também chama a atenção para peixes que são vendidos como bacalhau, mas que não pertencem às espécies consideradas legítimas. Apenas as espécies Gadus morhua, conhecida no Brasil como Porto ou Porto Morhua, e Gadus macrocephalus, chamada de Portinho ou Codinho, são classificadas oficialmente como bacalhau.

Outros peixes como Saithe, Ling e Zarbo são frequentemente comercializados no lugar do bacalhau. Embora sejam consumidos no país, eles devem ser vendidos como pescado salgado ou salgado e seco, e não como bacalhau.

Para quem optar pela compra de peixe fresco, a recomendação é observar características que indicam boa qualidade. Guelras avermelhadas, olhos brilhantes e escamas firmes são sinais de que o pescado está próprio para consumo.

Também é importante verificar se o ventre do peixe está intacto. Caso esteja rompido, pode indicar estágio avançado de deterioração. A retirada das vísceras antes do armazenamento também ajuda a prolongar a conservação do alimento.

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