quinta-feira, 5 fevereiro, 2026
InícioSegurança e PolíciaDIG esclarece homicídio ligado à disputa entre facções em Rio Claro e...

DIG esclarece homicídio ligado à disputa entre facções em Rio Claro e Justiça decreta prisões preventivas

FIQUE ATUALIZADO

📲 Siga nosso canal do WhatsApp, ative o "sininho" e receba informações em tempo real 📲( clique aqui)

A Polícia Civil do Estado de São Paulo concluiu a investigação sobre o homicídio qualificado de Gabriel da Silva Gonçalves, ocorrido em 29 de agosto de 2025, no bairro Jardim Novo, em Rio Claro. O crime foi apurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) do município, vinculada à Delegacia Seccional de Rio Claro, do Deinter 9 – Piracicaba.

Segundo a apuração, a vítima foi morta com diversos disparos de arma de fogo efetuados pelas costas. Dois indivíduos chegaram ao local em um veículo Ford Ecosport branco, que foi abandonado após o crime e parcialmente incendiado.

As investigações identificaram a atuação conjunta de dois suspeitos, apontados pelas iniciais R.C. e E.O., que teriam exercido funções distintas na execução do homicídio. De acordo com a Polícia Civil, o crime está relacionado à disputa territorial entre facções criminosas rivais, envolvendo integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV).

Conforme o inquérito, a execução teria sido motivada por retaliação e praticada por membros ligados ao Comando Vermelho, grupo associado a um núcleo criminoso liderado por um indivíduo conhecido como “Bode”. Ainda segundo a investigação, R.C., apontado como executor, teria se deslocado do estado do Rio de Janeiro até Rio Claro especificamente para cometer o crime, retornando logo após os fatos.

A DIG também apurou que houve planejamento prévio, divisão de tarefas e apoio logístico entre os envolvidos, incluindo o uso compartilhado de armamento, o que caracterizou a coautoria no homicídio qualificado.

Atualmente, E.O. encontra-se preso em unidade prisional. Já R.C. permanece foragido e, segundo a Polícia Civil, estaria escondido em uma comunidade no estado do Rio de Janeiro sob influência da facção criminosa.

Diante dos elementos reunidos, a Justiça acolheu a representação da autoridade policial e decretou a prisão preventiva dos dois investigados, como forma de garantir a ordem pública e assegurar o andamento do processo penal. O inquérito foi concluído, com o indiciamento dos suspeitos, e encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

RELACIONADOS

CATEGORIAS

últimas notícias