segunda-feira, 2 fevereiro, 2026
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Golpe de R$ 2,4 milhões: DIG bloqueia imóvel, veículos e contas bancárias em Rio Claro

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A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de Rio Claro, cumpriu nesta segunda-feira (2) mandados judiciais de busca e apreensão e sequestro de bens no âmbito de uma investigação que apura crimes de estelionato e lavagem de dinheiro praticados contra uma empresa privada do município.

As diligências ocorreram no Jardim Figueira, em Rio Claro, e fazem parte de procedimento conduzido pela DIG no contexto de apuração de um esquema de fraude financeira considerado complexo. De acordo com a Polícia Civil, as investigações indicam que um ex-funcionário da empresa, que exercia a função de analista financeiro, teria se aproveitado do cargo e da confiança recebida para inserir faturas fraudulentas no sistema de gestão corporativa.

Segundo a apuração, entre janeiro de 2024 e outubro de 2025, foram lançadas 228 faturas referentes a supostos fornecedores inexistentes. A prática teria resultado em 53 transferências bancárias irregulares, totalizando cerca de R$ 2,4 milhões desviados dos cofres da empresa.

A análise das movimentações financeiras apontou a utilização de empresas de fachada e contas bancárias de terceiros com o objetivo de ocultar e dissimular a origem dos valores, caracterizando indícios de lavagem de capitais. Parte do dinheiro, conforme a Polícia Civil, teria sido empregada na aquisição de bens em nome do investigado e de sua companheira, em valores incompatíveis com a renda declarada.

Com base nas provas reunidas, o Poder Judiciário autorizou o sequestro de um imóvel residencial, dois veículos e o bloqueio de valores em contas bancárias vinculadas ao investigado e a pessoas jurídicas sob seu controle, até o limite de R$ 2.428.273,00.

As medidas foram executadas pela DIG e têm como objetivo garantir a recuperação de ativos supostamente obtidos de forma ilícita, além de assegurar elementos de prova para a continuidade das investigações. O caso segue em apuração no âmbito da Delegacia Seccional de Rio Claro, vinculada ao Deinter 9, de Piracicaba.

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