Investigado foi encontrado pela Polícia Civil com apoio da PM em Santos; prisão preventiva foi cumprida após trabalho de inteligência
Um homem investigado por um homicídio cometido em Rio Claro (SP) foi localizado e preso em Santos (SP) durante uma operação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Rio Claro.
A ação foi registrada nesta quinta-feira (17) e resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra o investigado, que estava foragido e havia deixado os limites territoriais de Rio Claro.
Segundo a Polícia Civil, a localização foi possível após um trabalho de inteligência que envolveu monitoramento e cruzamento de informações para identificar o paradeiro do investigado em outra cidade.
O homem é investigado pela morte de um morador de Rio Claro que foi encontrado morto em frente à própria residência, no bairro Recanto Paraíso. Na ocasião, a vítima, de 57 anos, apresentava ferimentos na região do pescoço aparentemente provocados por uma faca. O caso foi registrado como homicídio e a perícia encontrou o cabo de uma faca e vestígios de sangue no portão da residência.
Investigação chegou até Santos
De acordo com a DIG, o trabalho investigativo permitiu identificar que o alvo estava escondido em Santos.
Como a localização ocorreu fora da área de atuação territorial da Polícia Civil de Rio Claro, foi estabelecida uma cooperação operacional com a Polícia Militar de Santos para efetivar a prisão.
O mandado de prisão preventiva foi cumprido e o investigado foi conduzido para os procedimentos policiais.
A Polícia Civil informou que, após as formalidades de praxe, ele permaneceu preso e à disposição do Poder Judiciário.
Homicídio segue sob investigação
O homicídio que deu origem à investigação ocorreu em setembro de 2025, quando a vítima foi encontrada em decúbito dorsal na calçada em frente à própria residência, no Recanto Paraíso.
Segundo a reportagem publicada pelo Grupo Rio Claro na época, equipes do SAMU constataram a morte ainda no local. O Instituto de Criminalística realizou a perícia e o corpo foi encaminhado ao IML. O celular da vítima também foi apreendido para auxiliar nas investigações.
Na ocasião, testemunhas ouvidas pela polícia não haviam fornecido informações sobre a dinâmica do crime, e a investigação buscava esclarecer a autoria e a motivação.
Com a localização do investigado e o cumprimento da prisão preventiva, o caso avança para as próximas etapas da investigação e do processo judicial.
A prisão preventiva não representa condenação definitiva. A responsabilidade criminal será analisada pelo Poder Judiciário.


