sexta-feira, 18 setembro, 2026
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DIG localiza foragido por homicídio cometido em Rio Claro

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Investigado foi encontrado pela Polícia Civil com apoio da PM em Santos; prisão preventiva foi cumprida após trabalho de inteligência

Um homem investigado por um homicídio cometido em Rio Claro (SP) foi localizado e preso em Santos (SP) durante uma operação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Rio Claro.

A ação foi registrada nesta quinta-feira (17) e resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra o investigado, que estava foragido e havia deixado os limites territoriais de Rio Claro.

Segundo a Polícia Civil, a localização foi possível após um trabalho de inteligência que envolveu monitoramento e cruzamento de informações para identificar o paradeiro do investigado em outra cidade.

O homem é investigado pela morte de um morador de Rio Claro que foi encontrado morto em frente à própria residência, no bairro Recanto Paraíso. Na ocasião, a vítima, de 57 anos, apresentava ferimentos na região do pescoço aparentemente provocados por uma faca. O caso foi registrado como homicídio e a perícia encontrou o cabo de uma faca e vestígios de sangue no portão da residência. 

Investigação chegou até Santos

De acordo com a DIG, o trabalho investigativo permitiu identificar que o alvo estava escondido em Santos.

Como a localização ocorreu fora da área de atuação territorial da Polícia Civil de Rio Claro, foi estabelecida uma cooperação operacional com a Polícia Militar de Santos para efetivar a prisão.

O mandado de prisão preventiva foi cumprido e o investigado foi conduzido para os procedimentos policiais.

A Polícia Civil informou que, após as formalidades de praxe, ele permaneceu preso e à disposição do Poder Judiciário.

Homicídio segue sob investigação

O homicídio que deu origem à investigação ocorreu em setembro de 2025, quando a vítima foi encontrada em decúbito dorsal na calçada em frente à própria residência, no Recanto Paraíso.

Segundo a reportagem publicada pelo Grupo Rio Claro na época, equipes do SAMU constataram a morte ainda no local. O Instituto de Criminalística realizou a perícia e o corpo foi encaminhado ao IML. O celular da vítima também foi apreendido para auxiliar nas investigações. 

Na ocasião, testemunhas ouvidas pela polícia não haviam fornecido informações sobre a dinâmica do crime, e a investigação buscava esclarecer a autoria e a motivação.

Com a localização do investigado e o cumprimento da prisão preventiva, o caso avança para as próximas etapas da investigação e do processo judicial.

A prisão preventiva não representa condenação definitiva. A responsabilidade criminal será analisada pelo Poder Judiciário.

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